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sexta-feira, 1 de abril de 2011

BAZAR DAS LETRAS DO SESC

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Via blog:Fabiana Guimarães













































































PARTE DE UM TEXTO, QUE RECEBI DE UMA PESSOA QUE ESTAVA NO BAZAR DAS LETRAS

A criança dentro de mim
que estava triste,
começou a se alegrar,
afinal, as bolinhas de sabão,
foram como que varinhas mágicas
que transformaram meu coração,
meu pensar , meu agir.

Sua história de vida
Me inspirou e me ensinou
Que devo continuar a lutar
Pela ARTE LITERÁRIA
que dentro de mim está.
Suas palavras e suas bolinhas de sabão
Foram como gotas d’água, orvalho,
No solo seco, ardente
Lá do meu Sertão Nordestino
Que aprendeu desde menino
Amar seu pedaço de chão.

Obrigada cara Fabiana
Por esta Lição de Amor!!!

Carinhosamente

Laudecy Ferreira

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bazar das Letras com FABIANA GUIMARÃES

A escritora FABIANA GUIMARÃES nasceu em Eusébio-Ce. Foi agraciada em alguns concursos de poesia. Publicou Mar violeta, seu primeiro livro de poemas para ‘gente grande’. Depois veio a lume Poemas de sopro e pássaro. Publicou vasta obra no gênero infantil, ou para ‘gente criança’, como ela prefere. São de sua autoria: Brincadeiras da minha infância, As meninas do mundo de lá, Seu Miguelito e sua mala encantada, O menino e o tempo, A festa da muriçoca e O senhor do tempo e outras histórias.

Fabiana Rocha é o novo endereço da poesia no Ceará. Ela não é apenas uma promessa literária que se desenha num futuro próximo ou distante. Ela é, já agora, uma das vozes mais belas e límpidas da poesia brasileira dos nossos dias. Uma voz que celebra as múltiplas dimensões da vida e do amor. Uma voz que acalma os ventos e as tempestades da conturbada hora presente. Uma voz que acena para os seus semelhantes com novas expectativas de esperança, de beleza e de paz.

Francisco Carvalho

Suas metáforas correm ao solfejo do verso. E é uma poesia liberta, cósmica, liricamente sensual. O que é curioso, uma poesia dadivosa, com achados e imagens notáveis. Há uma musicalidade nos poemas que encanta. E parecem um dar-se por inteiro aos vendavais da vida.

Caio Porfírio Carneiro