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sábado, 7 de maio de 2011

Fabiana Guimarães lança, na livraria cultura, seu mais recente livro: Poemas de sopro e pássaro

E/D palestrantes: Airton Soares, Érico Baymma e Carlos Vazconcelos

Quando do lançamento de Poemas de sopro e pássaro, de autoria da escritora e poetisa Fabiana Guimarães, ontem [sexta -6] na livraria cultura, lá estavam prestigiando este evento, as representantes das Edições Paulinas [ Roseane e Irmã Eliete], o escritor Flávio Paiva, Flávio - da Conhecimento Editora e outros mais. A apresentação do livro, num clima bastante descontraído, coube aos palestrantes Airton Soares [ator], Carlos Vazconcelos [escritor] e Érico Baymma [produtor cultural]. O evento contou, também, com a participação especial do cantor Luiz Axé.


Galeria de fotos:

e... haja autógrafos!


Daniel Diaz [diagramador do "Poemas de sopro..."] e autora


E/D A escritora Fabiana Guimarães, Irmã Eliete e Roseane [ambas representantes das Edições Paulinas]


Flávio, da Conhecimento Editora, ladeado por seu filho e autora Fabiana Guimarães

Escritor Flávio Paiva e Fabiana


O escritor Pedro Salgueiro e Fabiana Guimarães

Fabiana e o escritor Carlos Emílio


Cantor Luiz Axé


Fabiana e poetisa Marina Fernandes


E/D - Aloísio, Marina Fernandes, Flávio, Daniel Diaz, Bento, Carlos Vazconcelos, Eudismar Mendes, Fabiana e Érico


Fabiana Guimarães e Airton Soares


Fabiana Guimarães & Família


Missão cumprida... só riso...sopro...gratidão!

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sexta-feira, 1 de abril de 2011

BAZAR DAS LETRAS DO SESC

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Via blog:Fabiana Guimarães













































































PARTE DE UM TEXTO, QUE RECEBI DE UMA PESSOA QUE ESTAVA NO BAZAR DAS LETRAS

A criança dentro de mim
que estava triste,
começou a se alegrar,
afinal, as bolinhas de sabão,
foram como que varinhas mágicas
que transformaram meu coração,
meu pensar , meu agir.

Sua história de vida
Me inspirou e me ensinou
Que devo continuar a lutar
Pela ARTE LITERÁRIA
que dentro de mim está.
Suas palavras e suas bolinhas de sabão
Foram como gotas d’água, orvalho,
No solo seco, ardente
Lá do meu Sertão Nordestino
Que aprendeu desde menino
Amar seu pedaço de chão.

Obrigada cara Fabiana
Por esta Lição de Amor!!!

Carinhosamente

Laudecy Ferreira

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bazar das Letras com FABIANA GUIMARÃES

A escritora FABIANA GUIMARÃES nasceu em Eusébio-Ce. Foi agraciada em alguns concursos de poesia. Publicou Mar violeta, seu primeiro livro de poemas para ‘gente grande’. Depois veio a lume Poemas de sopro e pássaro. Publicou vasta obra no gênero infantil, ou para ‘gente criança’, como ela prefere. São de sua autoria: Brincadeiras da minha infância, As meninas do mundo de lá, Seu Miguelito e sua mala encantada, O menino e o tempo, A festa da muriçoca e O senhor do tempo e outras histórias.

Fabiana Rocha é o novo endereço da poesia no Ceará. Ela não é apenas uma promessa literária que se desenha num futuro próximo ou distante. Ela é, já agora, uma das vozes mais belas e límpidas da poesia brasileira dos nossos dias. Uma voz que celebra as múltiplas dimensões da vida e do amor. Uma voz que acalma os ventos e as tempestades da conturbada hora presente. Uma voz que acena para os seus semelhantes com novas expectativas de esperança, de beleza e de paz.

Francisco Carvalho

Suas metáforas correm ao solfejo do verso. E é uma poesia liberta, cósmica, liricamente sensual. O que é curioso, uma poesia dadivosa, com achados e imagens notáveis. Há uma musicalidade nos poemas que encanta. E parecem um dar-se por inteiro aos vendavais da vida.

Caio Porfírio Carneiro

Janela aberta

Janela aberta

Publicado por » Antonio Filho



Por Fabiana Guimarães

A tarde estava disposta ao seu fim. No corpo do ocaso um pássaro cantou seu canto conhecido e raro repicando sonoridade naquele espaço de tempo. Com fala melodiosa - de pássaro - ele conduzia a todos para um lugar de sonhar a vida... Para além Dali.

Muitos dos que passavam paravam para ouvi-lo. Já os que ali estavam, iam se mobilizando cada um ao modo da sua necessidade de escutar pássaros… Aquele canto atingindo almas, destravava adornados e adormecidos sonhos.

Fui vendo em cada rosto, sonhos sendo traçados... Estradas nascendo... Rios mergulhados... Risos abertos arrebentando nascentes de liberdade... Todos relembravam e desejavam o gosto bom de voar e cantar.

Ser pássaro naquele instante em que a vida abriu gaiolas era o que eles mais queriam para fazer o voar se dar para além das imagens.

Foi bom. Foi tão bom que até aqueles que só acreditam no que podem tocar, destravaram suas fantasias e tentaram capturar o pássaro. Porque sonharam com a possibilidade de ter, todos os dias, aquele cantar de acordar sonhos pendurados em uma gaiola... Na varanda de suas casas.
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