quinta-feira, 19 de maio de 2011

Bazar das letras - O conto fantástico no Ceará

“Organizar uma Antologia não é tarefa das mais fáceis, sobretudo quando não se pretende jogar textos aleatoriamente, sem critérios de catalogação, ou aferir valores num processo seletivo. A ideia inicial era traçar apenas um panorama do conto, mas a pesquisa avultou-se e decidiu-se, além dos 172 contos selecionados, inserir dois apêndices, com 17 capítulos de romances e 60 poemas, compondo, assim, um panorama amplo do texto fantástico cearense produzido entre os séculos XIX e o XXI.”

Aíla Sampaio

Poeta e ensaísta, Professora da Unifor.

“A coletânea O Cravo Roxo do Diabo – o conto fantástico no Ceará proporcionará momentos de prazerosa leitura, pela diversidade de autores, variedade de estilos e multiplicidade de estéticas reunidas sob o viés do fantástico. Trabalho de fôlego, também se consolidará como fonte de pesquisa indispensável nas letras cearenses e brasileiras.”

Carlos Vazconcelos

Escritor

segunda-feira, 16 de maio de 2011

CAFÉ E FILOSOFIA

QUINTA [19] às 18h no SESC- Fortaleza - Centro, rua 24 de Maio, ministro palestra abordando o tema CONHECIMENTO DO EU: BUSCA SEM LIMITES. Dê uma chegadinha por lá! diGrátis!

Airton Soares

.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Poeta de Meia-Tijela


Clique na imagem para ampliá-la

.

ETERNA CEIA...

Remexer nas gavetas é procurar o que se esconde... O que se foi pra nunca mais voltar... E quando se vê novamente surge, ressurge... Como fênix, das cinzas, mais forte... E então se percebe que sempre estivera lá, guardado, como que inerte, hiberno sentimento que de novo aflora... É a poesia que latente ficou e mumificada se conservou... E como deixar de ser sentimento quando inteiro de sentimento é feito? Não há como fugir da origem, do gene, do gênesis... Do principio de tudo, do verbo, da Ceia... Da eterna Ceia... Ceia de Língua e Literatura... Literária Ceia!


Valdemiro - Ceista

http://ceialiteraria.blogspot.com/


A Ceia foi fundada a 1º de maio de 1981, Dia do Trabalhador, pelo professor e escritor Valdemir Mourão, [foto] contando com a colaboração de outros trabalhadores da língua e literatura no Ceará, como: Felipe Filho, Fernando Câncio, Genuíno Sales, Livardo Barbosa, Auriberto Cavalcante, Oscar Costa Filho, Carneiro Portela, Linete Alcântara, Luciano Jucá, Ednardo Gadelha, além de correspondentes espalhados por este estado, pelo Brasil, e até no exterior.

.

sábado, 7 de maio de 2011

Fabiana Guimarães lança, na livraria cultura, seu mais recente livro: Poemas de sopro e pássaro

E/D palestrantes: Airton Soares, Érico Baymma e Carlos Vazconcelos

Quando do lançamento de Poemas de sopro e pássaro, de autoria da escritora e poetisa Fabiana Guimarães, ontem [sexta -6] na livraria cultura, lá estavam prestigiando este evento, as representantes das Edições Paulinas [ Roseane e Irmã Eliete], o escritor Flávio Paiva, Flávio - da Conhecimento Editora e outros mais. A apresentação do livro, num clima bastante descontraído, coube aos palestrantes Airton Soares [ator], Carlos Vazconcelos [escritor] e Érico Baymma [produtor cultural]. O evento contou, também, com a participação especial do cantor Luiz Axé.


Galeria de fotos:

e... haja autógrafos!


Daniel Diaz [diagramador do "Poemas de sopro..."] e autora


E/D A escritora Fabiana Guimarães, Irmã Eliete e Roseane [ambas representantes das Edições Paulinas]


Flávio, da Conhecimento Editora, ladeado por seu filho e autora Fabiana Guimarães

Escritor Flávio Paiva e Fabiana


O escritor Pedro Salgueiro e Fabiana Guimarães

Fabiana e o escritor Carlos Emílio


Cantor Luiz Axé


Fabiana e poetisa Marina Fernandes


E/D - Aloísio, Marina Fernandes, Flávio, Daniel Diaz, Bento, Carlos Vazconcelos, Eudismar Mendes, Fabiana e Érico


Fabiana Guimarães e Airton Soares


Fabiana Guimarães & Família


Missão cumprida... só riso...sopro...gratidão!

.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Dos jogos de esconder


Questionando a definição da persona do autor, Roberta Ferraz, Renata Huber e Érica Zíngano lançam “fio, fenda, falésia”, uma consistente experiência poética

Em 1968, o semiólogo e crítico literário francês Roland Barthes (1915 – 1980) abalou os territórios da literatura com um ensaio que já revelava o teor bombástico no título – “A morte do autor”. Em linhas gerais (o que é sempre um grande risco quando se trata das ideias de Barthes), o que ele pretendia era questionar a condição de onipotência concedida ao autor de um texto. Para Barthes, o leitor tinha um papel fundamental na construção deste texto.

O caso é que, talvez, o autor não tenha morrido. Contudo, ao que parece, ele tampouco pode ser identificado. “fio, fenda, falésia” é um complemento, uma ilustração e uma possível interlocução com esta questão. Escrito por um trio de poetisas, Érica Zíngano, Renata Huber e Roberta Ferraz, o livro tem como sua questão mais evidente os limites da autoria. Herdeiras dos métodos anárquicos da composição surrealista, as três não se debatem diante do, aparentemente, assustador cenário em que o autor é um cadáver. Elas o adotam como plano poético.

O trio foi impulsionado por uma herança da poesia de Fernando Pessoa, criador de múltiplas autorias, graças a seus heterônimos. A assinatura dos poemas é tripla. Não há, pois, como identificar quem assina esta ou aquela criação, procedimento radical, sobretudo se tratando de poesia e, em alguns casos, de versos marcadamente íntimos. O trabalho é dotado de força. Sua forma irregular faz o leitor passear por estilos, gêneros e heranças poéticas distintas. A leitura precisa ser pausada, para que se fique atento a ecos que ligam alguns poemas. E esta forma de ler vale como estratégia, para apreciar a espiral poética, em palavras que ganham impulso.

POEMAS

fio, fenda, falésia
Érica Zíngano, Renata Huber e Roberta Ferraz
Secretaria da Cultura/SP, 2010, 112 Páginas, R$ 25

Lançamento às 18h30, no Centro Cultural Banco do Nordeste (Rua Floriano Peixoto, 941 – Centro). Na ocasião, acontece a palestra "Golpes de f – em torno do livro 'fio, fenda, falésia'", com Érica Zíngano e Roberta Ferraz. Contatos: (85) 3464.3108 e cultura@bnb.gov.br

Dellano Rios do jornal diário do Nordeste

Bazar das Letras



Academia Ipuense promove curso no Ipu

///
A Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA) está promovendo, no Ipu, o Curso de Cerimonial e Protocolo para Eventos, ministrado pelo acadêmico e professor Solon Sales e Silva. Abaixo, os objetivos, programa, local e outros detalhes, conforme enviado pelo ministrante.


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ
ACADEMIA IPUENSE DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES
CURSO: CERIMONIAL E PROTOCOLO PARA EVENTOS
MINISTRANTE: Prof. Ms. José Solon Sales e Silva (IFCE/Unifor)


OBJETIVO GERAL:
Preparar profissionais da iniciativa pública e privada para trabalhar corretamente as técnicas de cerimonial e protocolo nos eventos públicos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Dominar regras de comportamento e boas maneiras.
Conhecer as regras do cerimonial público.
Entender o papel do protocolo nos atos públicos e privados.
Aplicar as regras em situações cotidianas.

PÚBLICO ALVO:
Funcionários públicos e pessoas interessadas no assunto.

VAGAS:
São ofertadas 30 (trinta) vagas para o curso.

PROGRAMA:
1) Eventos pressupostos gerais
2) A Organização e a Execução de um Evento
3) Roteiro Básico para Solenidades e Reuniões
4) Cerimonial e Protocolo
5) Estrutura Básica de um Serviço de Cerimonial
6) Formação de Mesas

CARGA HORÁRIA: 20 h/a

CERTIFICADO:
Emitido pelos Cursos da Área de Turismo e Hotelaria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará e Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes aos participantes que obtiverem 85 % de frequência (no mínimo).

PERÍODO DO CURSO:
De 11 a 13 de Maio de 2011 nos seguintes horários:
Dia 11/05/11 (Quarta-Feira) de 19h00 as 22h00
Dia 12/05/11 (Quinta-Feira) de 08h00 as 11h30min e de 14h00 as 17h30min
Dia 13/05/11 (Sexta-Feira) de 08h00 as 11h30min e de 14h00 as 17h30min

LOCAL: ESCOLA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE IPU
INSCRIÇÕES: Livraria Companhia do livro até 30-abril-2011 – Biblioteca Professor Mourão na Rua Padre Mororó, 808 – atrás do ginásio coberto – 9968.0968 de 2 até 10 de maio. Informações adicionais pelo fone (88) 9968.0968 ou (88) 9931.3868 com Prof. Mourão.

INVESTIMENTO: R$ 50,00 já incluídos apostila e certificado.
.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

ASDFG - CLKJH [2]

Meu micro pifou

Por Airton Soares

Tem nada não. Datilografar à vista! Já desempacotei minha máquina de escrever. Simples. Pirrototinha. Olivett. Marca lettera. Dou uma geralzinha, e pronto! Tic.tic Tictic...

Regrido? Não! Mas veja: apesar das infindas facilidades que a internet nos proporciona, ainda assim, perdemos muito tempo, mas tem horas que fico dividido: acessar a net ou atender a um porrilhão de livros implorando por manuseio.

Em determinadas circunstâncias, escrever, escrever de verdade: usando mão, caneta e papel tem sabor de feijão verde com nata, quiabo e maxixe.

Saiba de uma coisa, leitor. Nada do que você acaba de ler aconteceu, excetuando "o ficar dividido", mas bem que poderia ter acontecido, ora! E se... estarei em ponto de bala!

ASDFG - CLKJH [1]

Palavra da Consultexto


Ano 11 - nº 544 - 14/04/2011

REDESCOBRINDO A MÁQUINA DE ESCREVER

Uma das maiores dificuldades para se redigir um texto atualmente é a falta de concentração diante da diversidade de informações e entretenimento à nossa espera por meio de apenas um click. Diante disso, uma nova — na verdade, velha — tecnologia de escrever está na moda: a clássica máquina de datilografia.

Pessoas de todo o mundo estão redescobrindo esse processo mais mecânico, que dificulta a distração e pede mais dedicação do escritor quando está redigindo. Parece que o som da velha máquina continuará representando a arte de escrever ainda por muito tempo...


Fonte: Folha de S.Paulo, 11/04/2011.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

BAZAR DAS LETRAS DO SESC

.

Via blog:Fabiana Guimarães













































































PARTE DE UM TEXTO, QUE RECEBI DE UMA PESSOA QUE ESTAVA NO BAZAR DAS LETRAS

A criança dentro de mim
que estava triste,
começou a se alegrar,
afinal, as bolinhas de sabão,
foram como que varinhas mágicas
que transformaram meu coração,
meu pensar , meu agir.

Sua história de vida
Me inspirou e me ensinou
Que devo continuar a lutar
Pela ARTE LITERÁRIA
que dentro de mim está.
Suas palavras e suas bolinhas de sabão
Foram como gotas d’água, orvalho,
No solo seco, ardente
Lá do meu Sertão Nordestino
Que aprendeu desde menino
Amar seu pedaço de chão.

Obrigada cara Fabiana
Por esta Lição de Amor!!!

Carinhosamente

Laudecy Ferreira

quinta-feira, 24 de março de 2011

Falece mãe do "AS" Airton Soares





Amigo, meu sentimento

Ofereço com emoção.

Tenha Paz e Harmonia,

Força e Superação.

Que a dor e a tristeza

Arredem com ligeireza,

Saindo do coração!



Ricardo Aragão
Ipu/CE, 23/Mar
.

sábado, 19 de março de 2011

Airton Bíuri Fu Soares contra o Mundo Fora de Esquadro





Airton Bíuri Fu Soares
contra o Mundo Fora de Esquadro
(Homenagem)

Por Carlos Roberto Vazconcelos


Do pé da Serra, do Ipu,
Eu parti todo ariado
Cheguei na cidade grande
Vi trem, carro, muito asfalto.
Disse: “Pai, daqui gostei.
Só volto versificado.”

Tive que arranjar emprego
Pra sustentar o esqueleto
Que a alma se regalava
Com trova e com soneto
Trabalhar em banco é o sonho
De todo homem correto

Na luta de sol a sol
Fui ficando mui cabreiro
A poesia chamando
Por outro lado o dinheiro
Vou cursar Letras e pronto
Abrando meu desespero

De tanto comer pepino
Na cidade tão precária
Vi um lugar que era um mimo
De gente fina e hilária
No frontão estava escrito:
Entre! Ceia Literária.

Mourão, Felipe e Getúlio
Genuino e Ednardo
Pedro Wilson e Luciano
Marina, Câncio e Livardo
Frede, Góes e Vazconcelos
O Valdemiro e o Furtado


− Deixar o BEC? Não brinca!
Eu até pago pra ver!
Ninguém vive só de brisa.
Amor, você vai sofrer.
− Poeta Humorista Didata
Meu bem, sou PHD.

Mundo fora de compasso
Valha, Deus, seja o que for
Mamãe me disse: Mau passo!
A mulher: Tu endoidô?
− Minha gente, eu já sou PAI:
Poeta, Ator e Instrutor.

Logo o Abraço Literário
Tive o prazer de encontrar
Alque, Beth, Cris, Lucinha
Silas, Sônia e Eudismar,
Aglaís, Inês, Cleody
Lúcia, João e Edvar


São tantos os bons amigos:
Saudoso Eurico Bivar
Édna, Diniz, Amanda
Terezinha, Vilemar
E se eu esqueci alguém
Lembre-se de perdoar

Nesta vida passageira
Besta mesmo é quem padece
O sol nasce para todos
A lua pra quem merece
Se você anda abatido
Melhor remédio é AS.

Palestra, show, recital
Só não comício e velório
Quero ver você sorrir
Sofrer é muito irrisório
E se quiser aplaudir
Palmas, palmas, auditório!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Bazar das Letras com FABIANA GUIMARÃES

A escritora FABIANA GUIMARÃES nasceu em Eusébio-Ce. Foi agraciada em alguns concursos de poesia. Publicou Mar violeta, seu primeiro livro de poemas para ‘gente grande’. Depois veio a lume Poemas de sopro e pássaro. Publicou vasta obra no gênero infantil, ou para ‘gente criança’, como ela prefere. São de sua autoria: Brincadeiras da minha infância, As meninas do mundo de lá, Seu Miguelito e sua mala encantada, O menino e o tempo, A festa da muriçoca e O senhor do tempo e outras histórias.

Fabiana Rocha é o novo endereço da poesia no Ceará. Ela não é apenas uma promessa literária que se desenha num futuro próximo ou distante. Ela é, já agora, uma das vozes mais belas e límpidas da poesia brasileira dos nossos dias. Uma voz que celebra as múltiplas dimensões da vida e do amor. Uma voz que acalma os ventos e as tempestades da conturbada hora presente. Uma voz que acena para os seus semelhantes com novas expectativas de esperança, de beleza e de paz.

Francisco Carvalho

Suas metáforas correm ao solfejo do verso. E é uma poesia liberta, cósmica, liricamente sensual. O que é curioso, uma poesia dadivosa, com achados e imagens notáveis. Há uma musicalidade nos poemas que encanta. E parecem um dar-se por inteiro aos vendavais da vida.

Caio Porfírio Carneiro

Janela aberta

Janela aberta

Publicado por » Antonio Filho



Por Fabiana Guimarães

A tarde estava disposta ao seu fim. No corpo do ocaso um pássaro cantou seu canto conhecido e raro repicando sonoridade naquele espaço de tempo. Com fala melodiosa - de pássaro - ele conduzia a todos para um lugar de sonhar a vida... Para além Dali.

Muitos dos que passavam paravam para ouvi-lo. Já os que ali estavam, iam se mobilizando cada um ao modo da sua necessidade de escutar pássaros… Aquele canto atingindo almas, destravava adornados e adormecidos sonhos.

Fui vendo em cada rosto, sonhos sendo traçados... Estradas nascendo... Rios mergulhados... Risos abertos arrebentando nascentes de liberdade... Todos relembravam e desejavam o gosto bom de voar e cantar.

Ser pássaro naquele instante em que a vida abriu gaiolas era o que eles mais queriam para fazer o voar se dar para além das imagens.

Foi bom. Foi tão bom que até aqueles que só acreditam no que podem tocar, destravaram suas fantasias e tentaram capturar o pássaro. Porque sonharam com a possibilidade de ter, todos os dias, aquele cantar de acordar sonhos pendurados em uma gaiola... Na varanda de suas casas.
.
.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Airton Soares entrevista o escritor Carlos Vazconcelos

FOTOS BAZAR.jpg

Atenciosamente,

Dalvanir Santos

Biblioteca Espaço da Palavra/NGA

Tel: +55 85 3404 3061 3404-3002 fax

Av.Bezerra Menezes, 2450 São Gerardo

www.northshoppingfortaleza.com.br

www.twitter.com/north_shopping




Desconecte-se um pouco. Leia um livro.

As realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos.

Os resultados dependem das pessoas envolvidas e conectadas com o que você faz.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Bazar das Letras com Carlos Vazconcelos




Prezados,

Boa tarde!

Segue convite do Projeto Bazar das Letras, um projeto do SESC que estamos trazendo para enriquecer a programação da Biblioteca Espaço da Palavra.

Cópia_de_segurança_de_projeto bazar das letras3.jpg

Carlos Roberto Vazconcelos é escritor cearense, natural de Tianguá.

O conto O Mundo dos Vivos é vencedor dos prêmios: Osmundo Pontes de Literatura(2007) e Clóvis Rolim de Contos(2006), da Academia Cearense de Letras.

Atenciosamente,

Dalvanir Santos

Biblioteca Espaço da Palavra/NGA

Tel: +55 85 3404 3061 3404-3002 fax

Av.Bezerra Menezes, 2450 São Gerardo

www.northshoppingfortaleza.com.br

www.twitter.com/north_shopping




Desconecte-se um pouco. Leia um livro.

As realizações vêm de coisas simples e de feitos complexos.

Os resultados dependem das pessoas envolvidas e conectadas com o que você faz.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Bazar das Letras - ASTOLFO LIMA SANDY

O escritor ASTOLFO LIMA SANDY nasceu em Sobral. Publicou Mão de Martelo e outros contos (1998). Conquistou vários prêmios literários, entre eles o Prêmio da Biblioteca Nacional para escritores com obra em fase de conclusão, em 2002, pelo livro A Grande Fábrica de Brinquedos, ainda inédito, e o Edital de Literatura da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará/SECULT, em 2007, com o romance Exuberante pós-nada – itinerário ilógico da razão. Tem contos publicados em diversos suplementos literários e sites.

“Essa maneira de escrever persevera no trânsito da inventiva, não de raro marcada de sarcasmo, principalmente em “Mão de Martelo”. Se isso é bom para o autor, na elaboração de seu curioso e inquietante livro em que se entrecruzam as mais diversas emoções do quotidiano das criaturas, só o tempo poderá esclarecer, que toda obra escrita, e, principalmente editada, em raríssimas oportunidades revela-se por inteiro em sua primeira leitura.” EDUARDO CAMPOS


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fim do projeto que cessa a censura às biografias

via AMIGOS DO LIVRO

O Estado de S.Paulo - Jotabê Medeiros - 05/02/2011 - Grande esperança dos biógrafos processados desse país, foi sepultado na Câmara dos Deputados no último dia 31 o Projeto de Lei n.º 3378/2008, proposto há dois anos pelo então deputado Antonio Palocci (hoje ministro da Casa Civil da Presidência).

O projeto visava a uma ementa ao artigo 20 do Código Civil brasileiro que permitisse "a divulgação da imagem e de informações biográficas sobre pessoas de notoriedade pública, personalidades da política e da cultura". Há um acúmulo de casos em que famílias de artistas (ou os próprios) têm ido à Justiça (com sucesso) para impedir a publicação de livros de terceiros que contem suas vidas. Por causa disso, o escritor Ruy Castro chegou a brincar afirmando que, no Brasil, "o biografado ideal tem que ser órfão, solteirão, filho único, estéril e brocha".

O projeto foi arquivado apesar do parecer favorável do relator da matéria, o então deputado José Eduardo Martins Cardozo (hoje também ministro), para quem a modificação na lei se justificava para "melhor ponderar situações de conflito que ocorrem cotidianamente entre o direito à imagem e à privacidade de um lado e o direito à liberdade de informação e ao acesso à cultura".

Em 2009, em entrevista ao Estado, Palocci demonstrava confiança em que, com o parecer do relator, o projeto seria apreciado em breve no plenário. "Já está na pauta da Comissão de Constituição Justiça e Cidadania da Câmara, como parecer favorável do relator José Eduardo Cardozo e em regime conclusivo. Ou seja, não precisará ir a plenário. Se aprovada, vai ao Senado e, sendo aprovado lá na Comissão similar, segue imediatamente para a sanção do presidente da República. Há boas chances de ser aprovado nas duas casas, em prazo razoável".

Segundo Palocci, sua grande preocupação era com o risco que o gênero e a sociedade correm de ver histórias fundamentais simplesmente se perderem. "Penso que é fundamental para a sociedade conhecer sua história. As biografias de pessoas de interesse público têm um papel muito importante nesse sentido. Afinal, a soma de cada uma das histórias dessas personagens, inclusive com suas diferentes e quase sempre visões conflitantes de mundo e dos fatos em si narrados, é que escreve a história de um povo e de uma nação."

Mais informações: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A máquina do tempo

.
O poder de evocação das palavras
O pintor Francisco de Goya (1819-1823) pintou um quadro sinistro que representa o deus Chronos devorando um dos seus filhos. A brutalidade plástica e a verdade da tela estão no fato de que ela nos confronta com o nosso destino: à medida que o tempo passa a vida se vai.

O tempo faz o vivido desaparecer no esquecimento. Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, descreveu essa tristeza de sentir a vida escorrendo para o passado num poema: "O tempo passa. Não nos diz nada. Envelhecemos. Saibamos, quase maliciosos, sentir-nos ir. Não vale a pena fazer um gesto. Não se resiste ao deus atroz que os próprios filhos devora sempre".

Por isso eu escrevo, para lutar contra o tempo. A escritura e a leitura fazem os mortos ressuscitar. A escritura e a leitura fazem o passado acontecer de novo. Por isso, ao ler o que aconteceu e não mais existe, nós rimos e choramos como se aquilo que aconteceu estivesse acontecendo de novo. E foi isso que aconteceu comigo. Envelhecendo, tive medo que o meu passado se perdesse.

Resolvi, então, escrever o meu passado, um passado feliz que o tempo me havia roubado, para oferecê-lo às minhas netas. Queria que, quando eu morresse, ele continuasse vivo na memória delas. Escrevi um livro contando a vida que vivi quando menino, na roça. Descrevi a casa velha, pintada de branco. Contei sobre os riachos e as árvores, sobre as noites silenciosas, sobre os ruídos dos bichos na mata, sobre os céus escuros iluminados por milhares de estrelas, sobre o fogão de lenha e sobre a luz das lamparinas iluminando a sala. E sobre algo impensável para elas: não havia eletricidade. Não havia geladeira. As comidas eram guardadas em armários de tela chamados guarda-comidas.

Publicado o livro, elas não demonstraram o menor interesse naquilo que eu contava porque o mundo em que eu vivera e amara lhes era estranho. Quem se interessou foram os velhos. Afinal, aquele era um mundo que também fora deles.

Passado algum tempo recebi um e-mail em inglês: uma mulher... Desculpava-se pelo inglês. Era uma emigrante egípcia. Entendia bem o português, lia os meus livros e gostava deles. Escrevia-me para me dizer que, no meu livro para as minhas netas, eu usara uma palavra que a apunhalara...

Uma única palavra com o poder de apunhalar! Que palavra poderosa poderia ter sido essa?

"Fui apunhalada pelo guarda-comida", ela disse. "Eu havia me esquecido de que essa palavra existia. O tempo a mergulhara no esquecimento. Mas, quando a li, o meu passado voltou. Instantaneamente, me vi menina de seis anos na cozinha da minha casa no Cairo, sessenta anos antes. Lá havia um guarda-comida." E ela disse o nome em francês: garde-manger. "A palavra anulou o espaço: atravessei o Atlântico... A palavra anulou o tempo: o passado ficou presente, ressuscitou do esquecimento..."

Aprendi então que máquinas do tempo existem. Elas se chamam "palavras". Podemos, então, pintar uma tela que é o inverso da tela que Goya pintou: a vida devorando o tempo...

Rubem Alves Educador e escritor
rubem_alves@uol.com.br

Fernando Pessoa na web

Biblioteca pessoal do poeta conta com 1.142 volumes digitalizados
A biblioteca pessoal do poeta Fernando Pessoa está disponível não apenas aos leitores que visitam a Casa Fernando Pessoa, em Portugal, mas também o site http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/. Com 1.142 volumes digitalizados, é possível consultar na internet cada uma das obras e documentos que compõem o acervo, página a página, com direito a anotações que o próprio poeta fazia nas páginas. É o caso de uma tradução incompleta de A balada do Cárcere de Reading, de Oscar Wilde, feita por Pessoa a caneta na própria página ao lado dos versos originais.

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=13036

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bazar das Letras - Lima Freitas







.
Sesc - Fortaleza, 26 de janeiro de 2011
.


Oficina Literária

Para melhor visualização clique na imagem
.

SEMANA DA POESIA

.
Poesia é quando uma emoção encontra seu pensamento e o pensamento encontra palavras." (Robert Frost)

Olá Amigos Abracistas,


Em Março, dos dias 14 a 18, iremos realizar a Semana da Poesia no Sesc Fortaleza e Administração. Gostaria da colaboração de todos para efetivar esse evento: por favor, mandem para mim poesias de sua autoria para inserirmos na programação. Não se acanhem! É hora de revelar seus talentos poéticos.


O prazo para eu receber será até o dia 04/02. Caso contrario não dará tempo de sair na apresentação.

Obrigada pela compreensão.

Abraços líricos,


Lúcia Marques.

Ceia 30 anos

Queridos,

Estou reenviando o resumo da reunião e convidando para a próxima reunião na casa do Mourão agendada para o dia 05 de fevereiro conforme carta.
Peço que confirme o recebimento desse email
Abraços,

Marina Fernandes
(85) 8705 3887

Prezados escritores da Ceia Literária.
Bom dia.

Como havíamos combinado, houve ontem a primeira reunião da Ceia literária com a presença de: Valdemir Mourão, Ednardo Gadelha, Carlos Vazconcelos , Frede Prereira e eu Marina Fernandes que tenho o objetivo de manter todos informados sobre a pauta que discutimos acerca da revitalização do grupo na construção de uma coletânia especial para a comemoração dos 30 anos da Ceia Literaria.
Segue os pontos que foram registrados na reunião:

1- cada membro faz um relato de suas experiência na Ceia, de forma a agradar o leitor.

2- cada membro terá um numero de páginas para escrever suas produções textuais.

3- cada membro trará seu material de arquivo para selecionar-mos as imagens que vão compor a obra.

3- cada membro colabora com suas lembranças referentes à poetas e escritores que passaram como (serventes) pela Ceia Literária para que façamos um registro histórico, assim como registrar a repercussão na imprensa.

4- os depósitos para pagamento das paginas Coletânea serão feitos no ultimo dia util e cada mês: Janeiro, fevereiro e Março/2011.

Funções

Valdemir Mourão: Negociações e parte financeira.

Carlos Vazconcelos e Ednardo Gadelha: Diagramação. formatação e revisão Literária.

Marina Fernandes e Frede Pereira: Divulgação.

e todos os membros ficaram encarregados de colher material.

Informações sobre valores, favor ligar para Valdemir Mourão: (85) 9191 0194 e (88) 9931 3868.

A próxima reunião ficou agendada para 05 de fevereiro, pela manhã na Residencia do professor Mourão no seguinte endereço:
Rua Antonio Bento, 988 Itaperi.

Contamos com a presença de todos e se puderem colaborar com o almoço (CEIA), agradecemos.

Saudações literárias.
Marina Fernandes
85 8705 3887
marinamenestrel@hotmail.com

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Centenário de Maria Bonita em 2011

Publicado a 20 Novembro 2010 por Babeldasartes

Maria Bonita nasceu Maria Gomes de Oliveira em 1911 no dia 8 de março, dia Internacional da Mulher. Era chamada de Maria de Déa, mas foi imortalizada como Maria Bonita.

Sua casa em Sítio da Malhada da Caiçara, em Curral dos Bois (hoje Paulo Afonso, a 466 quilômetros de Salvador), virou Museu Maria Bonita em 2006. Ela viveu ali de 1911 a 1929. Casou-se aos 15 anos com um sapateiro, mas logo desistiu do marido, considerado boêmio. Voltou para casa dos pais e conheceu Lampião.

Segundo o historiador João de Sousa Lima, Lampião ficou interessado em Maria Bonita ao descobrir que ela sabia bordar. Com a resposta positiva, ele deixou lenços de seda e prometeu que voltaria duas semanas depois para pegar a encomenda. Ele atrasou a retirada, mas desde o primeiro momento já estava fisgado pela jovem.

Sousa Lima afirma que ela foi responsável por introduzir vários costumes no meios dos homens do cangaço, já que a presença de mulheres no movimento era proibida até a entrada dela no grupo.

Depois da entrada de mulheres, houve uma mudança de comportamento no grupo. Os acampamentos começaram a ficar próximos às margens do São Francisco para garantem água potável para banhos, alimentação e roupa limpa. Segundo o historiador Frederico Pernambucano de Mello, a principal responsável por uma melhor qualidade de vida seria a presença feminina.

Desde 2009 há uma série de eventos pelo centenário da Rainha do Cangaço. A iniciativa é da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e da Secretaria de Turismo de Paulo Afonso.

A atividade de abertura foi o 1º Seminário Internacional do Centenário de Maria Bonita. A segunda edição do evento será realizada em 2010 e o terceiro seminário será feito em 2011, no centenário da rainha do Cangaço.

Abaixo, ilustração de Fernanda Guedes em homenagem ao centenário de Maria Bonita.

Maria Bonita por Fernanda Guedes

Maria Bonita de Fernanda Guedes em série limitada, Somente 10 cópias, assinadas e numeradas. Impressão digital com tinta à base de água. Papel: 100% algodão Rag Photographique 310 gsm.

Indumentária feminina no Cangaço — As mulheres também usavam chapéu. Os lenços no pescoço, de seda ou outro tecido leve, tinham função decorativa. As mangas longas protegiam dos arranhões na caatinga. Os enfeites nos vestidos variavam, mas eles tinham sempre muitos bolsos. Meias feitas de tecido grosso protegiam as pernas e, nos pés usavam alpercatas de couro resistente (fonte: Fundaj).

fonte: http://pt-br.paperblog.com/centenario-de-maria-bonita-em-2011-38880/

domingo, 21 de novembro de 2010

Lançamento

.




CONVITE

Dia 28 de novembro, às 16 horas, na Praça Verde do Dragão do Mar, estarei lançando o livro O SENHOR DO TEMPO E OUTRAS HISTÓRIAS das Edições Paulinas, que esse ano participou da exposição dos melhores ilustradores do brasil, A TRAÇANDO HISTÓRIAS, na Feira Internacional do Livro de Porto Alegre.

Vai ter show, contação de história … e espero que também tenha a sua presença encantando a nossa tarde de lançamento.

Fabiana Guimarães - Fagui

http://fabianaguimaraesrocha.blogspot.com/

.

domingo, 10 de outubro de 2010

AÍLA SAMPAIO NO BAZAR DAS LETRAS

.

via blog A INQUIETUDE DA BUSCA

.



Clique nas imagens para ampliá-las.

O dia 28 de setembro foi muito festivo, no SESC Fortaleza. Festa da literatura. O projeto Bazar das Letras recebeu a escritora e professora AÍLA SAMPAIO. Como mediador, tive o privilégio de estar entre duas belas mulheres, a própria Aíla e Lygia Fagundes Telles, uma vez que o livro relançado àquele dia foi Os Fantásticos Mistérios de Lygia (ensaios).
Aíla se sobressaiu em cena, esbanjando a inteligência e o carisma que lhe são tão próprios. Deu um passeio sobre o gênero fantástico, revisitando Machado de Assis, Jorge Luís Borges, Adolfo Bioy Casares, Julio Cortazar, José J. Veiga, Murilo Rubião e, claro, a autora de Mistérios, Lygia Fagundes Telles.



Também falamos sobre a poesia de Aíla, explorando os livros Amálgama e Desesperadamente Nua, além de textos esparsos, publicados nos blogues. Os escritores Airton Soares e Eudismar Mendes fizeram leitura dramática de alguns poemas da Aíla.
Percebeu-se claramente a satisfação da plateia, e mais uma vez o Bazar das Letras cumpriu sua missão, valorizar o escritor cearense e a literatura brasileira.



PS.: Em outubro O Bazar das Letras receberá o escritor Theófilo Silva, cearense radicado em Brasília, que está vindo especialmente para participar do Bazar das Letras. Theófilo é fundador da Sociedade Shakespeare de Brasília. O bardólatra (como ele mesmo se denomina) relançará seu livro A Paixão Segundo Shakespeare.



.